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Paralisia facial traumática – ferimento por arma de fogo

A paralisia facial pode ser decorrente de múltiplos tipos de trauma de face. Nos casos dos ferimentos por arma de fogo é importante entender o trajeto que o projétil realizou.

O orifício de entrada pode estar fora da área de maior lesão e nem sempre há orifício de saída para guiar a trajetória do projétil. São lesões de alta energia, com lesão térmica associada, e acometimento de múltiplas estruturas.

Vídeo mostrando a extensão da lesão provocada por um projétil.

Pode ser difícil o diagnóstico da paralisia facial no atendimento inicial, pois o edema e hematoma podem impossibilitar a mobilização. Além do nível de consciência que pode estar alterado na entrada.

A estratégia de tratamento é tratar as fraturas associadas e aguardar a evolução do paciente por até alguns meses. Aí a definição do tipo de tratamento é discutida em cada caso.

Fundamental ter uma equipe multidisciplinar para abordar esse tipo de lesão complexa e dar a melhor chance de recuperação para os pacientes.

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Dra. Rachel Baptista
Dra. Rachel Baptista
Rachel Baptista é formada e pós-graduada pela USP, com especialização e experiência reconhecida nos maiores centros de reconstrução plástica do mundo. Participação nas reconstruções de face e membros mais importantes do Brasil.

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